segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Melhore seu desempenho profissional praticando esportes

Fazer alguma atividade física pode ser uma ótima saída para evitar problemas de saúde. A prática de esportes disciplina as atividades, regra horários e dá mais disposição para trabalhar. Desempenho fraco, lentidão nas decisões e falta de criatividade podem ser resolvidos.
Muitas empresas estão descobrindo que praticar algum tipo de esporte é uma das saídas mais rápidas e eficientes de recobrar a disposição, a agilidade e o vigor físico que a atividade exige.
A carga horária excessiva e a tensão constante em uma empresa desgastam igualmente executivos e funcionários operacionais.
Segundo o médico Renato Lotufo, especializado em medicina esportiva, comprova que em atividades estressantes há um grande nível de ansiedade e um maior número de pessoas obesas, fatores responsáveis pelo aumento de riscos de problemas cardíacos.
Os esportes mais indicados são os aeróbios, como caminhada, corrida, natação ou ciclismo. Os esportes individuais podem trazer gratificação emocional, porque permite uma avaliação exata do seu desempenho, enquanto um esporte coletivo dá margem ao questionamento de suas habilidades.
Lembre-se de que você não é um atleta profissional e, portanto, não saia correndo tudo o que pode hoje, desistindo amanhã. Antes de começar, faça uma consulta a um médico, especializado em esportes ou clínico geral. Ele poderá detectar fatores de risco para orientar algum esporte e contra-indicar outros.
O exercício inadequado pode proporcionar desde problemas musculares até torções sérias de joelho e complicações cardíacas. Os exercícios orientados e acompanhados, por outro lado, fortalecem a musculatura e até diminuem os riscos de infartos.
Optando pela corrida por conta própria, por exemplo, muitos erram na intensidade a ser aplicada. Outro ponto importante diz respeito ao horário escolhido para praticar o esporte desejado. Em princípio não existe restrição.
Pode ser pela manhã, no final da tarde ou até na hora do almoço. Recomenda o Dr. Renato Lotufo que o importante é que o horário não seja “atropelado” por outras obrigações e que sejam tomadas às medidas corretas de hidratação se for em um período de calor intenso.
A prática de alguma atividade esportiva permitirá, de imediato, um bem-estar e uma maior disposição para as atividades diárias. É muito comum executivos que se iniciam em esportes pararem de fumar e passarem a comer e dormir.

Wanderlei de Oliveira
Foto crédito para Fernanda Paradizo

Fique forte e veloz, faça short-hill!

O velocista já nasce. Mas com treinamento técnico adequado é possível melhorar a velocidade.Há muito se questiona os limites do ser humano. Como tudo na vida se transforma, evolui. Assim é o homem.

A cada novo recorde mundial ou pessoal, o limite vai sendo empurrado para frente.Na busca pela evolução, não há limite.A cada início de temporada, observo as pessoas nos treinamentos de biomecânica. A grande maioria, sem coordenação motora, sentido de direção, percepção corporal, sem energia para executar os educativos.

Tudo isso é natural para quem nunca se preocupou em fazer um trabalho para melhorar os movimentos do corpo. Quanto mais relaxado for, maior será o rendimento. E conseqüentemente, menos estresse.

Segundo os monges budistas, um corpo flexível pode durar muitos anos.Um modo especial que encontramos para nos auxiliar nessa busca pela melhoria da técnica são os tiros em rampas. O que antes era feito fora das pistas, agora pode ser feito ao lado dela.

Nesta segunda-feira dia 19 de janeiro, utilizamos a rampa do Centro de Excelência BM&F de Atletismo em São Paulo no Ibirapuera. São 10 metros para tomada de velocidade, 10 metros de inclinação onde trabalhamos ação rápida dos braços e força das pernas; 10 metros plano no topo para soltura, 10 metros em descida com baixa velocidade e mais 10 metros soltando.

Exatamente 50 metros e 45% de inclinação. São exigidos nesse tipo de trabalho, potência, dinâmica, percepção, atenção. Concentração na técnica. Os ganhos são vários: - braços, peitorais, panturrilhas, pernas, glúteos fortes. Além de fortalecer os vários grupos abdominais.

Wanderlei de Oliveira
Foto crédito: Fernanda Paradizo

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A importância do VO2max como indicador de saúde e aptidão física


Aproximadamente no ano de 1770, na França, iniciaram os primeiros estudos sobre a respiração das células humanas. Dentre os principais pesquisadores da época, Antonie Lavoisier, considerado o “pai” da química, demonstrou que o oxigênio era a substância contida no ar responsável pela combustão e, desta forma, estabeleceu o alicerce para a compreensão atual do metabolismo energético humano.

Nos séculos posteriores, mais precisamente em 1910, Marie e August Krogh descobriram que o mecanismo responsável pelas trocas gasosas pulmonares era realizado através do processo de difusão e não pela secreção, conforme se acreditava.

Todos esses achados serviram de suporte para as pesquisas relacionadas ao desempenho físico e para o clássico trabalho de 1923, escrito por Hill e Lupton, ganhadores do prêmio Nobel. Esses autores observaram que o consumo de oxigênio (VO2) aumentava de forma proporcional ao aumento da velocidade de corrida.

Entretanto, em intensidades próximas ao esforço máximo o VO2 tendia a apresentar uma estabilização ou “platô”, mesmo após o aumento da velocidade de corrida, surgindo assim, uma das variáveis fisiológicas mais utilizadas como discriminantes do desempenho esportivo, o VO2max, afirma o pesquisador e professor de educação física Adriano Eduardo Lima Silva

Para o professor doutor Renato Fraga Moreira Lotufo do Centro de Medicina do Esporte foi a partir da década de cinqüenta do século XX, Per-Orlof Astrand, um dos mais renomados cientistas do cenário mundial, descreveu a importância do VO2max como indicador de saúde e aptidão física.
Em geral, pessoas engajadas em exercício com predominância aeróbia (correr, pedalar, nadar) apresentam maior VO2max do que pessoas destreinadas. Por este motivo, um dos pré-requisitos para ter sucesso em provas de longa duração (corridas de meio-fundo, fundo, maratona, ciclismo de rua) é apresentar um VO2max elevado.

Entretanto, pesquisas recentes indicam que outras variáveis fisiológicas aparentam estar mais relacionadas à performance em provas de endurance, levando-nos a conclusão de que o VO2max parece ser apenas uma condição mínima para o desempenho atlético.

Inicialmente, o VO2max era medido através de uma “bolsa” ou “balão” de ar, denominado Bolsa de Douglas, em homenagem ao cientista que popularizou seu uso. Basicamente, este método funciona com a pessoa avaliada expirando parte do ar exalado dentro da Bolsa de Douglas e, em seguida, um analisador de oxigênio e dióxido de carbono determina a composição desse ar.

Atualmente, técnicas mais sofisticadas e computadorizadas são utilizadas nos grandes laboratórios de fisiologia do exercício, permitindo a análise do ar durante cada respiração do avaliado ou atleta, comenta Lotufo.

Para concluir este breve relato da história do VO2max, podemos enfatizar que esta variável foi uma das grandes descobertas da ciência do esporte, porém, muito ainda precisa ser conhecido sobre seus fatores limitantes e sua aplicação no treinamento.

Em geral, a maior parte da população brasileira não tem acesso a medida direta do consumo máximo de oxigênio, recorrendo inevitavelmente, para métodos indiretos menos preciso para sua estimativa.

Wanderlei de Oliveira

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Animal se diverte nos parques depois da vitória

A campeã máster da Meia maratona da Disney não poderia ter escolhido melhor parque para brincar depois da competição do sábado. Ana Luiza Garcez fez questão de ir ao Animal Kingdom. "É uma homenagem que eu quis fazer a mim. Afinal, o parque tem meu apelido", diz Ana, que preferiu ficar só nas atrações mais leves, já que morre de medo das atrações mais radicais, principalmente montanha russa. "Só de olhar me dá pavor. Eu fui em alguns brinquedos em 2007, como a montanha russa do Everest, porque o Adriano Bastos disse que era só um trenzinho. Nunca gritei tanto", lembra Animal, que aproveitou o dia no parque homônimo para mostrar que, como boa brasileira, tem ritmo no pé. "Me esbaldei de dançar com os africanos. Eles me viram e me puxaram para a frente. Depois, elogiaram meu cabelo e disseram que gostam muito da timbalada e do olodum." Ana não saiu do parque sem algo que pudesse guardar e mostrar para os amigos do Brasil. "Comprei um chapelão escrito Animal Kingdom e também um ursinho em forma de mochila, que vai dormir estes dias comigo para me dar sorte em Miami. Será minha inspiração", comenta a atleta, que, apesar da diversão em Orlando, ainda continua seguindo os treinos para chegar ao ápice da sua forma em Miami, onde correrá no dia 25 de janeiro a meia maratona. "Hoje já corri 15 km e estou me sentindo inteira, com energia de sobra para me divertir ainda mais."

Foto e texto: Fernanda Paradizo, jornalista e maratonista que acompanha a Ana Luiza dos Anjos Garcez nos Estados Unidos

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Volta Olímpica, coisa de brasileiro!

Todos sabem que o brasileiro é um povo festivo, alegre, brincalhão. Tudo é motivo para piada. Os nossos patrícios os portugueses que o digam. As piadas mais engraçadas são direcionadas aos lusos. Sem maldade, é claro!

Com esse espírito, um brasileiro, até então desconhecido no mundo esportivo, se tornava campeão olímpico no salto triplo em Helsinque na Finlândia em 1952 com direito a quatro recordes mundiais consecutivos na mesma prova: 16m05, 16m09, 16m12 e 16m22. Para compartilhar com o público que o aplaudia em pé incessantemente pela sua inédita e fantástica conquista – percorreu os 400 metros da pista de atletismo saudando o público. O fato histórico virou um hábito dos medalhistas de ouro. E o seu carisma rendeu um museu em sua homenagem e vários fãs em Helsinque na Finlândia. Adhemar Ferreira da Silva foi descoberto pelo ex-atleta de 400 metros Evald Gomes da Silva, e treinado pelo técnico alemão Dietrich Ulrich Gerner, do São Paulo Futebol Clube. O comendador Evald, mais tarde se tornaria presidente da Federação Paulista de Atletismo (1974 a 1981). Adhemar, sempre tinha uma palavra de incentivo aos jovens atletas. Em 1980, eu trabalhava na Federação Paulista de Atletismo e ajudava o presidente Evald nas reuniões de diretoria e carinhosamente o Adhemar me chamava de secretário. Quando fui convidado para participar da corrida de San Fernando, prova de 10 K em Punta Del Leste no Uruguai em 1996, lá estava o Adhemar Ferreira da Silva que se prontificou em fazer minha inscrição. Na noite anterior a prova me convidou para jantar com ele em um belíssimo restaurante na paradisíaca cidade turística a fim de me entregar o kit da corrida.

Um verdadeiro gentleman!

Adhemar foi poliglota, escultor, professor de educação física, advogado, relações públicas, cantor, Adido Cultural na Embaixada brasileira em Lagos na Nigéria de 1964 a 1967, ator na pela “Orfeu da Conceição” de Vinícius de Moraes e no filme “Orfeu Negro” em 1962, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro. Além de ser o único brasileiro bicampeão olímpico no atletismo na modalidade do salto triplo (1952, Helsinque, Finlândia e 1956, Melburne, Austrália).

Saudades deste grande homem, esportista que faleceu no dia 12 de janeiro de 2001.

Wanderlei de Oliveira

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Animal é campeã máster na Meia da Disney

A ex-menina de rua Ana Luíza dos Anjos Garcez, a Animal, foi campeã máster na Meia maratona da Disney, realizada neste sábado, dia 10 de janeiro, em Orlando. A atleta, de 46 anos, finalizou os 21 km em 1h31min38s e conseguiu o título que escapou das suas mãos em 2007, quando foi a segunda melhor atleta máster na mesma prova e campeã na categoria 40-44 anos depois de liderar a prova por 15 quilômetros. Ana, que foi para a Disney com a estratégia de correr a meia de forma um pouco mais tranquila e progressiva, já que teve sua preparação para a competição prejudicada depois de uma lesão no joelho que a deixou três semanas parada e em tratamento intensivo, cumpriu à risca o que foi determinado pela seu técnico Wanderlei de Oliveira, da Run For Life, mesmo correndo sem relógio. "Não gosto de correr de relógio. Isso me atrapalha. Tentei correr os 5 km bem tranqüila. Comecei a primeira milha um pouco forte e perguntei para dois brasileiros em que ritmo estávamos. Eles me disseram que eu estava fora do ritmo. Diminuí e fui aumentando aos poucos durante a prova. Cheguei inteira", diz a campeã, que passou os 10 km para 44min25s, disputando a primeira posição com a também atleta máster Jacqueline Firth, de 44 anos, da Inglaterra. "Não sabia que ela era da minha categoria. Corri bastante tempo com ela. Na milha 8, eu estava me sentindo bem e fui embora." Em 2007, Ana ficou emocionada ao entrar na metade da prova no Magic Kingdom e ver os personagens da Disney perfilados na porta do Castelo da Cinderala para dar boas-vindas aos corredores. Quando a Fera (da Bela) tocou na sua mão, suas pernas começaram a tremer e demorou um pouco para entrar novamente no ritmo. Foi depois disso que foi ultrapassada e perdeu a liderança na prova. "Dessa vez, foi diferente. Foi muito bonito ver os personagens todos ali, mas não era mais novidade para mim", comenta a atleta, que, mesmo conseguindo se controlar na entrada do castelo, não deixou de ter seu momento de emoção dentro da prova. Logo nas primeiras milhas, ela ultrapassou Dick e Rick Hoyt, pai e filho, que, desde 1980, já finalizaram nada menos do que seis Ironman e 66 maratonas. "Vi os dois na largada e queria muito tirar uma foto com eles, mas não consegui. Quando passei e vi aquela cena daquele senhor correndo e empurrando o filho numa cadeira de rodas, tive vontade de chorar. Percebi o esforço que aquele pai fazia para dar essa alegria ao filho", emociona-se Ana Luiza, que não ficou sem sua foto. Ao final da prova, na cerimônia de premiação da elite, aproveitou a homenagem à dupla e correu em direção aos dois para registrar seu momento com pai e filho, que comemorou exatamente no dia da meia 46 anos de vida, a mesma idade de Ana Luíza. "É uma recordação que quero guardar para sempre. Este pai é um exemplo."A atleta brasileira, que tem o apoio da Kamel Turismo e da Nike e ainda recebeu a ajuda dos amigos da equipe Run For Life e da Federação Paulista de Atletismo para viabilizar sua viagem para o exterior, ainda fica mais 15 dias na Flórida e segue na próxima quarta para Miami, onde participa no dia 25 de janeiro da Meia maratona de Miami. "Quero descansar e aproveitar ao máximo para chegar em Miami e correr na minha melhor forma. Ali não vou aliviar em nada. Vou forte do começo ao fim."

Texto e foto: Fernanda Paradizo, jornalista e maratonista (3h37 em Paris)

Novos caminhos em 2009

Há onze anos, quando a educadora Mônica Peralta iniciou sua preparação para a maratona de Nova York, realizou vários treinos no Horto Florestal, em São Paulo. À medida que as distâncias dos treinos foram aumentando, a levou descobrir novos caminhos. E um deles, ela vem compartilhando com seus amigos, alunos e monges.
É o Parque Estadual da Cantareira, no núcleo Pedra Grande. Um patrimônio mundial de preservação desde 1994, por determinação da UNESCO – Organização das Nações Unidas, que é uma das maiores áreas de mata tropical nativa do mundo situadas dentro da região metropolitana.
No sábado dia 10 de janeiro, o grupo de caminhantes, corredores, amigos e convidados se reuniram às 8 horas da manha na entrada do parque. Após a recepção da Monica Peralta, a nossa ilustre convidada a Monja Coen (missionária oficial da tradição Soto Shu Zen-budismo, responsável pelo Templo Tenzuizenji da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil com sede no Pacaembu) fez uma breve explanação do que é a “Caminhada Zen”: - “observem a sua respiração, os movimentos do seu corpo, o pulsar ritmado do seu coração, sintam a brisa, observem os raios do Sol entre as árvores, o canto dos pássaros, as folhas caindo. Essa é uma forma de meditação em movimento”.

Pic-nic na floresta

O nosso guia, pelo terceiro ano consecutivo era o Egídio Gonçalves, profundo conhecedor da reserva. Sempre prestativo e atencioso, observava cada um dos caminhantes. A cada novidade do caminho parava, para contemplar a vegetação típica de floresta tropical. Contemplar os bugios se divertindo pulando de galho em galho. Depois de mais de uma hora por trilhas de mata cerrada, subida, descida, chegamos ao lago das carpas. A Patrícia Vismara, a Anna Cáfaro, a Adriana Marmo, o Bento, seu filho de 8 anos e o Edson Stéfano, popular “maluco” foram os que mais se divertiram jogando pão para os peixes. Já os adultos, mortos de fome, nem queriam esperar a Monja para abençoar os alimentos e devorar a farta cesta de pic-nic que a Dona Mítico Nakatani carregou por todo caminho. Um dos mais gulosos para saber o que a Mítico e a Vera Alice Silva carregavam era o Carlos Cavalcante. Bem alimentados e com as mochilas vazias, estávamos prontos para a última e mais dura etapa do caminho. Chegar ao topo da montanha.

Zazen na Pedra Grande

A 1010 metros de altitude em relação ao nível do mar, chegamos a Pedra Grande. Pausa para contemplarmos a belíssima visão panorâmica da Grande São Paulo.
Conduzidos pelas sábias palavras da Monja Coen nos preparamos para a prática do Zazen (meditação). Antes ela fez uma explanação sobre o Zen: “Ser Zen não é estar à toa, sem fazer nada. Ser Zen é estar presente. Ativo. Participativo. Compromissado”. Ela também comparou a prática do Zazen com o treinamento de um maratonista. “Exige disciplina diária, paciência, persistência. Quando vem o cansaço no quilometro 30, temos que tirar uma força extra de dentro e seguir em frente. Até a linha de chegada. Ter um objetivo definido – é essa força que faz com que você não pare no meio do caminho. O objetivo, a prática, o entusiasmo conduz a vitória”. Lembrou também que este ano no calendário Chinês é o ano do touro: - um animal forte, valente, persistente.



Foram mais de três horas de caminhada e corrida onde pudemos compartilhar, emoções, alegrias, esforço, conhecimento, sabedoria, amizade, energia e o principal: - a natureza.

Wanderlei de Oliveira